Thursday, April 05, 2007
Esquecam o livro e leiam isto :)
Eis a explicacão da vida.
No primeiro dia, Deus criou a vaca.
Deus disse:"Tens que ir para o campo com o agricultor durante todo o dia e sofrer debaixo do sol, e dar leite para sustentar o agricultor. Eu dar-te-ei uma vida de 60 anos."
A vaca disse:"É uma vida dura que tu queres que eu viva durante 60 anos. Dá-me somente 20 e eu devolvo-te os outros 40."
E Deus concordou.
No segundo dia, Deus criou o cão. E disse: "Senta-te todo o dia perto da porta da tua casa e ladra para qualquer pessoa que entre ou que passe por perto. Eu dar-te-ei 20 anos de vida."
O cão disse:"Isso é muito tempo para estar a ladrar. Dá-me somente 10 e eu devolvo-te os outros 10."
Deus concordou. No terceiro dia, Deus criou o macaco. E disse:"Distrai as pessoas, faz truques de macaco e fá-los rir muito. Eu dar-te-ei 20 anos de vida
O macaco disse:"Que cansativo, truques de macaco durante 20 anos!? Acho que não. O cão devolveu-te 10 anos e é o que eu vou fazer também, ok?" Deus concordou.
No quarto dia, Deus criou o Homem.
Deus disse:"Come, dorme, brinca, faz sexo, diverte-te. Não faças nada, simplesmente diverte-te. Eu dar-te-ei 20 anos de vida".
O Homem disse:"O quê!? Só 20 anos? Nem pensar! Vamos fazer o seguinte: eu fico com os 40 anos que a vaca devolveu, com os 10 do cão e os 10 do macaco. Isso faz 80. Pode ser?". "Ok", disse Deus. "Negócio fechado."
É por isso que durante os primeiros 20 anos comemos, dormimos, brincamos, praticamos sexo, divertimo-nos e não fazemos nada. Os 40 anos seguintes, sofremos ao sol para sustentar a nossa família, os 10 seguintes fazemos figura de macaco para entreter os nossos netos, e os últimos 10 anos sentamo-nos na varanda e ladramos a toda a gente.
Está explicada a vida!
Deepak Chopra

De modo a completar a actualização mensal do meu quase sem-abrigo e abandonado blog, aqui fica, para quem ainda tem tempo para ler, "o Livro dos Segredos" de Deepak Chopra.
Trata-se de um livro extrememente interessante, que auxilia o leitor nas procuras espirituais mais complexas, e oferece no fim de cada capítulo conjuntos de exercícios praticos capazes de ajudar à percepção de uma realidade mais consciente e única dentro das nossas mentes.
Monday, March 05, 2007
Tuesday, February 06, 2007
Sunday, January 21, 2007
Há momentos fantásticos num dia como todos os outros
A caminho do dentista num dia de semana fiz algo que certamente não fazia há bastante tempo e que já tinha saudades...andar de metro em Lisboa.
Encontrei bastantes diferenças, não só nas estações, todas modernamente decoradas e com rede de telemóvel (simplesmente brilhante quando descobri que tinha rede lolol), mas também nas pessoas que frequentam o metro todos os dias. É surpreendente a quantidade de pessoas de diferentes étnias que circulam pela rede do metro.
Mas a certa altura do percurso entre a Pontinha e o Parque entra na carruagem um invisual jovem e magro, que transporta ao pescoço uma caixa de esmolas, de quem eu me lembro desde os tempos da universidade em que andava de metro todos os dias.
Então reparei que não foram apenas as estações que se tornaram mais modernas e com rede celular ou que os passageiros estão mais escuros...a música que o invisual tocava já não tem nada a ver com as antigas músicas populares portuguesas. Desta vez o jovem fabricou umas rimas e misturou-as com um ritmo hip-hop e acompanhava a sonoridade com um toque metálico nos corrimões.
Ninguém ficou indiferente e foi magnífico observar um grupo de 5 putos pretos acompanhar a música com sons que eles próprios faziam nas pegas da carruagem.
O mistério da vida revela-se nestes pequenos momentos brilhantes, só nos resta registar para podermos mais tarde relembrar e falar sobre eles.
Monday, December 18, 2006
LISBOA SHINING - Circuit Christmas Lights with the Carristur
A princípio torci o nariz, ia provavelmente enfiar-me no maior circuito de trânsito nacional que é a zona antiga de Lisboa. Mas como adoro passear por esta mítica cidade e o tempo até ajudava resolvi aproveitar o último dia deste evento para ir com a namorada passear pelas ruas de Lisboa.
Assim que cheguei ao autocarro, apressado e ainda a recompôr-me de alguma batalha contemporânea pela fuga à movimentada estação de metro do Cais do Sodré, dei por mim numa extensa fila para entrar no autocarro. O popular ambiente dentro do autocarro também não augurava um passeio muito agradável.
Mas, confortavelmente instalados no segundo andar do autocarro, ponho os fones para ouvir os comentários históricos da fantástica cidade de Lisboa e entro noutra galáxia.
Embalado por músicas tradicionais portuguesas, o passeio começa no Terreiro do Paço, sublimemente decorado com luzes de natal que conferem à cidade um aspecto mágico e acolhedor.
Praça do Comércio, Restauradores, Rossio, Parque Eduardo VII, Rua da Escola Politécnica, Príncipe Real, Chiado, Cais do Sodré e Praça do Município completam o magnífico roteiro turístico.
Apenas posso dizer que por cada sítio visitado, um olhar brilhante sorria em mim, talvez por estar a passear, talvez por observar esta cidade com olhos de turista, talvez por transportar uma história única e das mais antigas da Europa, talvez por ter sido palco de muitas batalhas e festas, talvez por ser centro decisor desde que Portugal é conhecido como tal, talvez por ter sido a cidade onde nasci e cresci, talvez por a ter desejado mais que nunca nos últimos 2 anos, sem dúvida por ser esta a minha cidade.
Imprescendível conhecer, esta cidade que vale a pena e nos fascina, e por quem um dia alguém, de seu nome Amália, se lembrou de cantar "...cheira bem, cheira a Lisboa...".
Monday, December 04, 2006
Jorge Palma no Casino de Lisboa
Fui ver um grande artista português que é sem dúvida um caso raro de simpatia e empatia para com uma imensa mancha de jovens de todas as idades.
Com o seu ar de menino adulto que procura encontrar-se consigo mesmo em cada rima e acorde levou os presentes ao rubro em cada música que fez transbordar do palco.
Como os grandes poetas e músicos JP tem uma vibração própria emitida em cada som perfumado com pinceladas de puro rock, algum jazz e mto feeling.
Friday, November 24, 2006
Tá excelente, vale a pena ler :)
Por vezes, quando se tem um mau dia e precisamos de o descarregar em alguém, não o faça em alguém seu conhecido. Descarregue em alguém que NÃO conheça.
Estava sentado à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o. Respondeu um homem que disse: "Está?"
Educadamente respondi-lhe: "Estou! Sou o José Alves. Posso falar com a Sra. Ana Marques, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos: "Vê lá se arranjas a merda do número certo, ó filho da puta!" e desligou o telefone.
Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma coisa destas. Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu, gritei-lhe: "És um grande paneleiro!" e desliguei. Escrevi o número dele juntamente com a palavra "paneleiro" e guardei-o.
De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe: "És um paneleiro!". Isso animava -me.
Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "paneleiro" iria acabar. Por isso, liguei-lhe e disse: "Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de chamadas!" Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone. De seguida liguei-lhe, e disse: "É porque és um grande paneleiro!"
Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse. Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me.
Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro paneleiro, pensei que era melhor telefonar também para o paneleiro do BMW. Perguntei-lhe: "É o senhor que tem um BMW preto à venda?"
"Sim", disse ele.
"E onde é que o posso ver?", perguntei.
"Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É uma casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."
"E o senhor chama-se?." perguntei.
"O meu nome é Alberto Palma", disse ele.
"E a que horas está disponível para mostrar o carro?"
"Estou em casa todos os dias depois das cinco."
"Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"
"Diga!"
"És um grande paneleiro!", e desliguei o telefone. Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "paneleiros" a quem telefonar.
Tive, então, uma ideia. Telefonei ao paneleiro Nº 1.
"Está?"
"És um paneleiro!" (mas não desliguei)
"Ainda estás aí?" ele perguntou.
"Sim", disse-lhe.
"Deixa de me telefonar!" gritou.
"Impede-me", disse eu.
"Quem és tu?" perguntou.
"Chamo-me Alberto Palma", respondi.
"Ah sim? E onde é que moras?"
"Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em frente, ó paneleiro. Porquê?
"Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.
"Estou mesmo cheio de medo de ti, ó paneleiro!" e desliguei.
A seguir, liguei ao paneleiro Nº 2.
"Está?"
"Olá, paneleiro!", disse eu.
Ele gritou-me: "Se descubro quem tu és..."
"Fazes o quê?" perguntei-lhe.
"Parto-te a tromba!" disse ele.
E eu disse-lhe: "Olha, paneleiro, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí a tua casa, e já vais ver."
Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Descobertas, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay. Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas. Cheguei a tempo de ver os dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.
Já me sinto muito melhor.




